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Cidade do meu coração

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Soul Eraser capitulo 1 - parte 3 ,4, e final

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Estranha aparição...

O forte calor do dia em pleno sol a pino começa a pesar bastante sobre o jovem homem lobo, que andando por um deserto percurso desprovido de arvores, em um chão de terra batida, intensificam o desgaste. Ele em função do calor retira as bandagens de suas feridas, por coçarem muito, deixando as cicatrizar a mercê dos ventos.
Ao encontrar um trecho sombreado do caminho então o garoto acaba por não resistir, e resolve parar um pouco abaixo da sombra vistosa de uma das arvores.

Após um breve descanso o rapaz pega um pequeno cantil de sua mochila, e sorve um pouco de água, procurando guardar uma considerável quantia para o tanto que sabia que necessitaria, até chegar à cidade mais próxima. Todavia ele ainda tinha outra necessidade que não teria como adiar, a vontade de alimentar-se.
Buscou pela área por encontrar alguma arvore frutífera sem ter sucesso algum, partindo para a segunda opção, a de caçar algum animal, por não haver mais nenhuma outra fonte de alimento disponível, e por não dispor de alimento algum consigo.
Ele então anda por algum tempo naquela área, por fim tendo a atenção atraída para uma área repleta de pequenos arbustos, e consegue visualizar um coelho que não percebe sua presença. Dessa forma ele abaixa se vagarosamente, e arma discretamente sua besta para disparar, porem o coelho move-se rapidamente para fora de sua vista, e ele ao tentar alcança-lo acaba por causar muito barulho, o que faz o coelho fugir rapidamente.
“Coelho filho de uma vadia!” é o único pensamento que o jovem consegue formular, enquanto continua sua empreitada em acertar o coelho, onde apesar do esforço o pequenino peludo ainda permanece escapulindo das investidas do rapaz, até por fim ser acertado por um dos virotes da besta, desabando no chão completamente sem vida.
O homem lobo ao aproximar-se da vitima, vendo o sangue escorrer do pequeno corpo do animal sente compaixão pelo mesmo, pedindo desculpas por ter-lhe ceifado a vida, o que normalmente não o faria se não para alimentar-se.
Levantando o coelho a altura do olhar, lhe vem uma lembrança de uma época em que aprendia a caçar, onde lembra de si pequeno acertando um animal como aquele, porem com um arco e flecha, recebendo os parabéns de alguém a quem ele olha com desdém. Neste instante termina seu pensamento dizendo ao cadáver em suas mãos “É pequenino amigo... essa é nossa covarde lei de sobrevivência, onde ceifo sua vida para valer meu indigno traseiro mais um dia...”.
O garoto sorri pensando que por fim haveria de comer algo depois de ter caminhado a manhã toda, quando ouve o barulho de cavalos aproximando se com rapidez, e corre para esconder-se em uma área mais fechada próxima a si.

Uma nuvem de poeira surge no horizonte, e aproxima-se revelando um non-humano sobre um cavalo, fugindo de um grupo de seis indivíduos, revestidos de armaduras, também a cavalo. Os perseguidores eram dois anões, um giganto e três repitilianos que atacam o non-humano com flechas, e disparos de revólveres. Destes tiros, dois deles acertam o ombro e a cintura do non-humano, e uma flecha acerta as costas do mesmo, enquanto um tiro e três flechas acabam por acertar o cavalo, o que faz com que o mesmo desabe no chão.
Os opositores ao non-humano descem de seus cavalos a gargalhadas, e aproximam-se do homem agonizando ao chão, e o levantam, colocando uma corda em seu pescoço, e passam à outra ponta na arvore, içando o homem que começa a sufocar.
Alem disso o homem recebe alguns xingamentos de seus opositores, como “raça ruim”, nojento, “sub - raça”, e “podre azedo”, terminando por ouvir dos seis que ele e toda sua raça seria extinta.
O Homem lobo que assistia a tudo sem ser percebido, oculto em uma área longe da estrada, apesar da revolta pela discriminação contra aquele homem, fica imóvel, sentindo seu corpo todo formigar, e seu coração palpitar, alem de um suor frio lhe escorrer pelo corpo pelo simples pensamento de poder lhe acontecer o mesmo.

Pouco a pouco a força do non-humano começa a se esvair, e quando ele está à beira da morte ainda recebe de seus carrascos a tortura de ter seu corpo mutilado pelas facas dos mesmos, que lhe fazem diversos cortes pelo corpo todo, até por fim o homem falecer.
Sentindo um tremendo desgosto ao ver aquela cena, e engolindo seco, o jovem homem lobo se segura para não chorar de revolta por aquele pobre homem, que assim como o coelho a quem ele matara anteriormente, não teve qualquer chance de escapar.
Em um reflexo involuntário o jovem acaba por se movimentar, resultando em um barulho que revela sua presença, e os seis sinistros resolvem ir verificar o que seria aquele som. Ao ver os seis vindo rapidamente o homem lobo fica imóvel sem saber o que fazer, e ao tentar correr acaba por receber um tiro que o acerta de raspão no braço, o fazendo cair com o susto, e os três conseguem aproximar-se dele.
- Parece amigos que hoje é um dia de eliminarmos vermes! – diz um dos anões com longos cabelos negros.
- Temos que fazer nosso serviço, livrar estas terras de criaturas assim – diz o giganto, enquanto imobiliza o homem lobo no chão, segurando seu pescoço, deixando o jovem aterrorizado.
Os demais ficam quietos, apenas olhando o homem lobo com um olhar de desprezo, sarcasmo, ódio, e euforia, por saber que saciaram mais uma vez seu desejo de matar. Começam a pensar sobre o destino do garoto, quando uma maciça lança de ferro acerta um dos repitilianos no meio das costas, o fazendo tombar.
Quando os demais se viram a ver o que acertou seu companheiro, acabam por se deparar com um robusto homem de cerca de mais de dois metros, vestido inteiramente com uma armadura vermelha, com um elmo que nem mesmo permitia ser lhe visto os olhos. Este misterioso ser de vermelho movimenta-se rapidamente, acertando um soco em outro repitiliano, e após isso um chute no giganto, e rapidamente recupera sua pesada lança, acertando a mão de um dos anões com a mesma, antes que esse pudesse atirar contra ele com o revolver.
O robusto guerreiro simultaneamente acerta o anão na cabeça fortemente, causando uma imensa ferida, assim como acerta com a ponta da lança o lado direito do peito do ultimo repitiliano ainda de pé.
Sem esforço a misteriosa mancha vermelha faz seus adversários apresentarem a mesma coloração sobre os mesmos, tendo seus sangues cobrindo o surrado solo com a pigmentação avermelhada. Restavam no cenário apenas agora o homem lobo, o guerreiro de vermelho, e o anão de longos cabelos negros, que arrastava-se para longe, implorando piedade de seu robusto inquisidor, mas sendo acertado violentamente no peito apesar disso.

O intenso metálico brilho avermelhado agora aponta sua afiada arma em direção ao jovem, e questiona algo ao mesmo, que soa de forma mais ameaçadora, e aterrorizante quanto a intimidante presença do perverso sexteto.
A voz menos grave que a sua, entornada por um tom metálico da vibração na armadura, faz o homem lobo estremecer ao ser questionado, “por que deveria lhe deixar viver raça demoníaca maldita?”, e ele mesmo não tendo tempo para responder tem a lança encaminhada na sua direção, parada a poucos centímetros de seu peito, quando o guerreiro na armadura vermelha para bruscamente enquanto olha fixamente para os olhos do homem lobo, que lhe olha de maneira assustada.
O grande guerreiro curva-se, aproximando seu rosto ao do homem lobo, e lhe diz de uma forma aparentemente amigável, olhando mais profundamente ainda os olhos do mesmo “hum! Você não é tão ruim quanto parece. Vemos-nos no futuro garoto”, e por fim vira se de costas para o jovem, depois assovia para seu cavalo, que surge de uma área próxima à estrada de forma misteriosa, apresentando o mesmo tipo de adorno metálico de cor avermelhada sobre o corpo.

Por fim o cavaleiro monta em seu cavalo, e parte rapidamente, deixando ao homem lobo uma cesta com alguns mantimentos, dizendo sentir que o rapaz está faminto.
Sem conseguir acreditar em tudo que acontecera até o momento, abalado com a presença dos cadáveres no chão, o homem lobo demora vários minutos até conseguir se mexer. Quando consegue verifica a sacola deixada, vendo alguns frutos, e pães. Mesmo ele sem saber por que começa a ingerir, apesar de algum receio dos mesmos estarem envenenados, e após descansar um pouco retoma o caminho da estrada ainda atordoado, olhando por alguns instantes o cadáver do non-humano pendurado a arvore.



“Encantadora” Arbsom...

Até o fim da tarde nada de diferente ocorre, sendo uma travessia longa e silenciosa, e o jovem após ter andando bastante resolve parar para descansar em vista de estar escurecendo, alem do cansaço que lhe domina o corpo, principalmente em seus pés.
O lugar onde está é uma área repleta de pequenas arvores, e uma vistosa mata com várias florações rochosas que formam uma espécie de mosaico. Por ser uma área mais alta, como um morro, o homem lobo visualiza bem ao longe, bem pequena, o que parecia ser uma cidade.
Por seus cálculos imaginou que poderia estar lá seguindo viagem durante a noite até as primeiras horas da manhã, e apesar do vento que anunciava a chegada do frio, e o cansaço que sentia lhe pesar o corpo, não desistiu do caminhar. Ele prossegue bebendo um pouco de água para aplacar a sede, enquanto segue seu caminho observando os últimos raios do sol daquele turbulento dia.
O jovem continua então a empreitada, e apesar do cansaço sente um sentimento antagônico ao que sentia na noite anterior, dessa vez agradecendo por estar vivo apesar de tudo, e continua sentindo uma sensação de tranqüilidade e paz cobrir lhe de todo.

Porem diferente solo a consideráveis passos que ele ainda haveria de dar revelam algo contrario. Na residência de um idoso senhor, barulhos estranhos em seu imenso quintal o fazem sair para averiguar,apesar de temeroso, porem armado com uma espingarda que segura firmemente.
Plena já faz se a noite, e a lua cheia que apática estava no céu agora é luz a auxiliar a iluminação de um elfo senhor de longas barbas, e cabelos brancos, que segue todo seu vasto terreno a procurar, acompanhado de uma pequena lamparina que lhe auxilia a colocar luz onde a força da lua não alcança. Tudo parece estar tranqüilo para o velho, que suspira aliviado, quando entretanto um barulho anuncia algo a cerca de 5 metros a sua esquerda, que lhe chama a atenção.
Quando ele olha a ver o que era, ainda tremulo, consegue ver se tratar de um senhor da raça dos grilonfanhes, de cerca de meia idade, altura média, utilizando um sobretudo, a dispor de um capuz que lhe cobria a cabeça, vestindo trajes aparentemente de explorador.Alem disso podia se ver ter um distinto bigode, cabelos negros, alem de esbelto.Os olhos não se podia ver, porem os poucos detalhes do rosto se apresentaram familiares ao senhor elfo, que se sentindo mais aliviado abaixa a arma a qual empunhava em direção ao sujeito, enquanto pronuncia seu nome.
-Cléris!Bom ver que é você, faz tanto tempo que não o vejo!O que está fazendo parado ai deste jeito? – Diz o senhor elfo amigavelmente, sem entretanto obter resposta do outro, que permanecia parado abaixo de uma grande arvore, olhando vagamente para o chão – Cléris?Algo errado?

No instante em que o senhor elfo termina de dizer estas palavras, o Grilofanhe que estava a ocultar o braço esquerdo às costas revela uma espada de lamina avermelhada, lamina essa que se movia como uma gosma viva. Alem desse detalhe o grilofanhe acaba por inclinar seu corpo um pouco mais para frente, podendo ser melhor visualizado seu rosto que transmitia uma expressão fria como a de um assassino impiedoso, e tinha os olhos preenchidos completamente por uma luz azul que se movia como fogo, a parecer ser o olho composto apenas dessa matéria.
O ancião a frente da ameaçadora presença do negro véu de azulada chama ao olhar, que lhe espreitava, acaba por perceber que apesar da aparência idêntica a de um conhecido seu, tratava se na verdade de alguém com intenções nada amigáveis em relação a ele.
-Você não é Cléris!!! – Diz o velho enquanto atira com sua espingarda em direção ao sujeito.
Porem o misterioso homem envolto no manto desvia, movendo se com a velocidade de uma sombra no findar da luz, e com um golpe certeiro cruza o peito do desgastado elfo, que apenas urra de dor e desespero, enquanto sente sua vida se esvair de uma forma estranha, alem do que a lamina normalmente conseguiria.
No momento em que a lamina toca o corpo do velho parece sugar toda a vitalidade do mesmo, onde todo o sangue e a carne vão sendo muito rapidamente drenados, restando apenas por fim a pele, os ossos, e os ralos cabelos esbranquiçados.
Entre o drenar do ultimo quinhão de composição do ancião é possível ouvir um grito feminino rouco chamando alguém, repetido varias vezes, e se aproximando cada vez mais.A voz parecia ser de uma mulher com idade compatível ao velho, sendo provavelmente sua mulher.
Antes que a senhora consiga chegar próxima ao corpo munida também com uma lamparina a lhe iluminar a escuridão, o assassino desaparece rapidamente, a uma velocidade inconcebível a uma pessoa comum.
Chega ao local por fim uma velha senhora, que com a iluminação provida pela lamparina consegue visualizar a inópia sobra de seu companheiro, fazendo a gritar e chorar tristemente em profundo desespero, amparada pela iluminação lunar a lhe destacar o flamejar das lutuosas lagrimas.


Na manhã seguinte o homem lobo exausto por sua empreitada consegue chegar, aos primeiros raios de sol, até a entrada da cidade que pretendia, sem porem acreditar no que avistava com seus fadigados olhos.
As muralhas da cidade assim como o portão principal estavam em péssimo estado, transmitido a desoladora sensação de terem sido danificadas por alguma catástrofe de origem natural, ou mais provavelmente causadas por algum conflito entre reinos. Era possível ver também na entrada um brasão imenso, e o nome da cidade, ARBSOM, acima do portão de entrada em uma placa de metal velha.
Na entrada da cidade havia antipáticas figuras, que ao ver o garoto se aproximar ficaram atentas, e ao passar alguns instantes um deles começou a dirigir se até o homem lobo, que estava a cerca de 300 metros de onde eles estavam, e chegando cada vez mais perto da entrada. Este ser que se aproximava pertencia à raça dos orcs,era verde e de cabelos longos e castanhos, os outros dois eram um anão de cabelos e barbas vermelhas, e um rauntaf de pelagem cinza, todos robustos, e aparentemente jovens, exceto o anão que parecias ser de meia idade.E eles vestiam gastas armaduras de tom esverdeado, trajando calças amareladas, e elmos de coloração acinzentada.
-Alto!Pensas que ira aonde seu trapo imundo? – Diz em tom sarcástico o Orc, apontando sua pujante, porem desengonçada espada de lamina serrilhada, com uma tonalidade a lembrar ferrugem.
-E-e-eu desejo entrar na cidade, por gentileza guardião – Fatigadamente balbucia o homem lobo a resposta, sentindo o cansaço da noite não dormida sobre seus sentidos, e levanta os braços em sinal de paz – Posso garantir que apesar de minhas injurias sou apenas um azarado, que entre seu percurso encontrou indivíduos dos quais lhe eram hostis sem nenhu....
-Cala-te verme imundo, e nefasto, tu não és bem vindo aqui! – Diz asperamente o Orc, que depois exprime um sarcástico sorriso – Alias...posso a tua entrada fornecer, porem terás que pagar algumas BOAS moedas de ouro...para um bastardo sujo como tu...farei a cortesia de 10 moedas “apenas”, para compensar a vergonha que fará a cidade passar há - há - há !!!
- O que disseste? Há- há- há- há!Pedes isso por minha entrada em ruínas como está? – Diz o homem lobo em tom humorado sem conseguir conter as gargalhadas, que pelo cansaço lhe fluíram facilmente, tal como a um velho convalescente.
Todavia a atitude seguinte do antagonista é bastante enérgica e repulsiva para com a pessoa do fatigado jovem, que recebe um chute do qual seu estado não lhe permite escapar, sendo acertado fortemente no estomago, fazendo com que abrace o chão impactado pela dor.



Um reino arruinado...

O jovem homem lobo sentindo o sangue lhe subir a cabeça olha com fúria para seu contendor, convertendo naquele instante seu físico desanimo, por uma torrencial energia, que lhe parecia lubrificar os sentidos.
- Como ousas insultar nossa cidade, vil criatura maldita!Pague as dez moedas ou arremeta-te ao limbo de onde viestes, antes que com minha espada lhe mate! – Diz o Orc esbravejando, com a espada para o alto, inclinada ao garoto sobrevir por miserável esforço.
O homem lobo sorri com sarcasmo olhando ferozmente o orc, e antes que o mesmo seja capaz de impedir, o jovem rapidamente se levanta, apesar de alfinetado pela dor, ao mesmo tempo em que saca sua espada e ataca a verde criatura a sua frente, que por custo consegue defender seu ataque.
-Cavou sua cova como eu desejava filho de uma vadia!Agora vou te ceifar o hálito como um porco ao abate!! –Diz o Orc sarcasticamente com sorriso nos lábios, expressando seu bárbaro contentamento.

Porem o entrave dos dois é cortado no momento em que o soldado anão se aproxima e berra fortemente aos dois para pararem, ao mesmo tempo em que afasta agressivamente as laminas dos combatentes com seu machado, com uma rapidez que desarma a ação de ambos.
-Queres tu morrer lhe mato eu forasteiro! O que acontece aqui? – Diz o anão apontando agora seu machado contra o homem lobo, que estremece sentindo um frio lhe descer espinha abaixo a lhe deixar inerte.
-Capitão deixa me mata-lo!!!-Diz o orc sentindo se consumir completamente pela fúria.
O anão que aparentemente era o líder dos três, apesar de em primeira estância parecer agressivo, tem em sua segunda ação um ponderar ao impedir o massacre do jovem, que faz qualquer conceito ser descartado.
O pequeno porem robusto ser de barbas cor de fogo, apesar do frio olhar contra o homem lobo, age de forma razoavelmente polida. É questionado o jovem sobre o porquê de sua ação agressiva, e o mesmo ainda tremulo descreve sua recepção, sem palavra alguma deturpar para uma iníqua versão. Depois disso os maciços lábios do anão retém-se a apenas poucas palavras.
-Jovem... pague logo o dinheiro, ou caia fora daqui!- Diz o anão rispidamente.
Sentindo-se acuado, porem sem ter outra alternativa, pensando no caminho que teria de percorrer até a próxima parada, o homem lobo a contra gosto paga as dez moedas de ouro exigidas, que mesmo sem ser de perto as ultimas, ainda assim haveriam de fazer uma grande falta.

Os dois guardas a comando do anão permitem a entrada do jovem. Todavia o orc ainda sentia um intenso rancor para contra o homem lobo, e não deixa de mesmo por breves instantes olhar com ódio o rosto do esgotado rapaz, que começava a caminhar pelo inicio da cidade.
-Deixa a “princesinha” passar grandão – Diz o homem rato ao Orc, referindo se ao homem lobo, que mesmo irritado com o comentário não expressa sentimento algum.
Enquanto entra o jovem observa com clareza o antes embaçado brasão da cidade. O mesmo é formado por uma armadura ao centro, atravessada por duas espadas cujas pontas dos cabos tinham a imagem de um ancião, e o centro da armadura do brasão tinha uma moeda com a mesma face, porem de frente ao invés de lateralmente.
Alem disso o garoto pos também maior atenção sobre a placa com o nome da cidade, e ficou aborrecido ao ler as palavras “bem vindo” sobre o nome da mesma, em vista do tratamento que tivera.

Aquietou-se a mente do jovem quando seus olhos observaram o estado decadente da cidade, percebido logo nos primeiros passos no local. As ruas eram de uma terra amarelada como areia, e os poucos locais onde o chão era composto por uma arrumação de pedras, tinha se as mesmas deterioradas. Alem de ser muito pouco arborizada e de construções decadentes.
Haviam algumas construções mais conservadas, melhor edificadas, que se observadas individualmente pareciam estar no ambiente errado, porem o resto parecia ter sofrido com o mesmo tipo de evento que desfigurou os portões da cidade. Os mesmos apesar de abatidos, todavia, ainda tinham detalhes a fazer se imaginar que aquele reino teria sido muito belo.

Como o reino não é tão grande o homem lobo consegue chegar após cerca de 20 minutos de caminhada ao centro dele, uma praça repleta de movimentação em função de uma caravana de espetáculos que estava fazendo sua apresentação por ali aqueles dias. Haviam acrobatas, mágicos, comediantes, animais diversos, entre outras atrações.
Ficou por um momento o homem lobo encantando por tudo que vira, pensando em juntar se a multidão ali presente, porem ao lhe gritou mais alto.Sensações de dor no corpo, tontura, visão turva, alem de um estranho formigamento, lhe fizeram escolher rapidamente, apesar de a contra gosto, o próximo lugar que iria adentrar, que seria a enfermaria mais próxima.

Questiona por fim o jovem rapaz a pessoa mais próxima a qual vê, e que pensa ser descente, aonde fica a enfermaria mais próxima, e sentindo as forças lhe faltar, e um “suor seco” lhe fluir pelo esforço em manter se a mover, consegue chegar a enfermaria cambaleante.
Apesar do aspecto geral da cidade, a enfermaria mantinha-se em um estado razoavelmente agradável. As enfermeiras do local, eram uma penkhyt, de cabelos loiros curtos, duas gêmeas gorinz de pelos pretos, e uma mulher que parecia ser a mistura de uma mulher pata, com bico negro, e penas brancas, com uma mulher gato, tendo pequenas e desengonçadas orelhas pontudas, alem de um desproporcional rabo comprido, cujos pelos não lhe comportavam. Todas elas apesar de terem características diferentes apresentavam um comportamento similar, sendo gentis, apesar de recobertas de um ar distante e frio.
O jovem foi atendido por uma das gêmeas gorinz, que após lhe questionar bastante desconfiada coisas a respeito das feridas, e sobre o lugar de onde veio, o encaminha a um quarto, onde um doutor da raça dos homens raposa, de pelos azulados, o atende. Ele pede ao jovem primeiramente que tire sua mochila e armaduras, para examiná-lo, e faz algumas questões. Entrega em seguida uma medicina contra o vírus obtido pelo contato com os nefastos corpos dos mortos vivos, que o rapaz ingere, e após isso aplica medicinas também nas feridas do garoto, que ardem razoavelmente. Após isso conversa um pouco com o rapaz.
- Pelo que descreveu foi vitimado por uma investida de cadáveres, provavelmente animados pelo encantar brilho tétrico da lua vermelha...foi imprudência sua perambular por ai, com um pressagio como este. –Diz o doutor, mostrando se preocupado com o acontecimento com o jovem, parecendo dizer bem menos do que conhece sobre o assunto discorrido, de uma forma estranha – Todavia tens a sorte de sua raça ter uma resistência incomum, alem de uma rápida recuperação, ou agora poderia estar por ai assombrando como os que tu abateu há - há - há. Descanse agora, durma um pouco, pois isso lhe ajudara a recuperar as forças, sem contar que a medicina que lhe apliquei lhe deixara tonto por algum tempo, sendo melhor ficar aqui.

O homem lobo sem pestanejar concorda com o simpático doutor, e fecha os olhos, procurando relaxar.Tem como ultima imagem antes de tudo escurecer, as costas do doutor, cujo sobretudo amarelo, sobre a camisa branca, e calças acinzentadas, tinha um símbolo de uma cruz azul, com o brasão da cidade no meio, que desta vez lhe soa como uma agradável visão dos domínios de Arbsom.

*(fim do primeiro capitulo)


Pessoal, pessoal, pessoal, é isso ai, por fim encerrei o primeiro capitulo, uma amostra do que escrevo.As demais partes, próximos capitulos não serão aqui apresentados, mas ja da para se ter uma ideia do que isso está ficando.

Abraço a todos!!!

Vlw OCP e Brazzzil por me acompanharem sempre na jornada!

Até mais ver pessoal.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Garota Kryptoniana + Divina Essência - Presente de Aniversário a OCP

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Saudações acompanhantes do meu estimado blog (essa parte ao menos por mim é preenchida hehehe)!

Enfim pude tirar a poeira da minha casinha, agora apresentando uma outra personagem da minha mirabolante (a vai o sujeito é doido, mas de vez em quando da uma dentro – putz esse comentário... que duplo sentido... parentes longo neh?- acabou o parentes aqui>)como eu dizia... da minha mirabolante série(vai ter continuação?...quem sabe...)Divina Essência, que mostra uma versão dos personagens quando passarem da condição humana para a condição de Deuses.
Não entendeu nada?Deixa de preguiça e leia o ultimo post!Ta com preguiça para procurar?Vou postar novamente o comentário a respeito do que minha idéia se baseou:

“Em RPG-Role Playing Game- os personagens vão evoluindo desde iniciantes, até por fim evoluírem por suas experiências em batalhas, e ganho de força até níveis épicos, até semideuses, até por fim chegarem ao que se pode equivaler ao poder divino, de resistência, força, e poder.”

Ok...no que eu me baseei para essa montagem...sei lá tava doidão, bebi umas, incorporei o espírito irreverente do caboclo doidão das montanhas, e fiz o bagaço heheheehe

Ta bom, vamos falar sério, pois tem gente aqui que ta querendo ler, e o texto ta ficando longo.

A imagem original, como se pode perceber é a super moça, segunda “presenteada” para a Divina Essência, a pedido do meu amigo OCP, que espero que goste dessa imagem. Nela pode ser visto a garota kryptoniana com trajes mais adequados a seu planeta de origem krypton, tendo uma aparência mais futurística, porem apresentando traços mais simples, para não fugir muito do design terrestre da menina.

Agora vem a parte BACANA da história *esfregando as mãos(vai fazer pedido?)*
Para a divina essência dela eu me baseei nas informações apresentadas ao longo da série smallville, e Liga da Justiça Ilimitada, alem de algumas coisas que pensei em vista do desenvolvimento do personagem, e suas características iniciais.
Por fim a filha de krypton, por ser alienígena, teve sua pele apresentada em um tom mais acinzentado(sei que lembra o bizarro, mas não é por ai,relaxa que tem mais papo ai==>), alem de ter utilizado uma textura semelhante a cristal(calma!), pensando nos cristais kryptonianos que formam a fortaleza, e coloquei neles um brilho amarelado, como se fosse o potencializar pela exposição ao sol amarelo(ao contrario de bizarro).
Os olhos eu coloquei uma energia eletrizada, lembrando uma das histórias do Super, em que ele virou energia pura, que tinha um uniforme azul e branco, e olhos brilhantes assim.
A roupa deixei nesse estado puxado bem mais futurístico, vou me estender pouco, pois se não vai ficar muito longo, mais tem a ver com high-tech, computadores, e engloba elementos espaciais(mais na capa).
O fato dos códigos atrás...isso é ooooutra história, mas pensei em algo como o código da Vinci, teorias de Einstein, tecnologia, e o sol, teoria da evolução, enfim, coisas do titio Besenidru, maiores explicações vai ficar para o próximo gibi uahahaah.

Ah sim!Quanto aquela pedra no peito dela, aquilo é kryptonita sim, para explicar, quando a condição fisica da moça se desenvolve alem dos limites, ela consegue superar a fraqueza da kryptonita, usando a pedra como simbolo de sua divindade.
Ah sim2!Quanto a modelo é alguem muito especial para mim, que apesar de tudo ainda gosto bastante.
Ah sim3!(To viajando nesse "ah sim!" hehehe) tem duas inspirações musicais que me fazem jus na mente a personagem, e a modelo, são musicas muito bacanas, quem quiser procurar:

1º - Arcana = Source of light
2º - Depeche Mode = Enjoy the Silence

Bem amigos, mais uma missão cumprida, espero que meus companheiros de blog tenham gostado, em principal o OCP, que foi o homenageado dessa vez, desculpe em falar nisso, na demora, mas meu tempo estava bem miúdo.

Um grande abraço a todos, até a próxima!

sábado, 27 de setembro de 2008

Moça Maravilha + Divina Essencia - Presente de aniversário a Brazzzil

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É de se imaginar que a personagem da Mulher Maravilha seja conhecida ao menos da grande maioria, porem a versão que lhes apresento vai ter um algo diferente, apesar de ser a mesma personagem, e irei explicar devidamente porque.

Antes de mais nada venho parabenizar um amigo meu que fez aniversário esses dias, que assim como eu tem o apreço pela arte de fotomanipular, e que é conhecido aqui virtualmente pelo nick de Brazzzil, pois alem de tudo foi por um pedido dele que desenvolvi essa montagem.

Agora começa aqui a explicação do por que de duas versões da mulher maravilha, e uma delas bem diferente do convencional esteritipo conhecido pela maioria.

Em RPG-Role Playing Game- os personagens vão evoluindo desde de iniciantes, até por fim evoluirem por suas experiencias em batalhas, e ganho de força, até niveis épicos, até semideuses, até por fim chegarem ao que se pode equivaler ao poder divino, de resistencia, força, e poder.
Em vista disso eu em meus mirabolantes "castelamentos" uma vez fiquei pensando em como ficariam os personagens da DC ao atingirem o nivel "divino".
Por isso aproveitando que meu amigo Brazzzil me fez esse pedido em função de seu aniversário eu desenvolvi duas imagens.A primeira o modelo original, com caracteristicas mais vinculadas a obra original, e o segundo como ela ficaria no que chamei de divina essencia.

Para explicar a caracterização do uniforme, e a mascara, eu me basei no fato da mulher maravilha pela história original ser uma amazona, que nos cavaleiros do zodiaco cobrem seus rostos.
Alem disso ela é uma mulher nascida em um reino distante, sendo serva da deusa grega Hera deusa do casamento, e das mulheres, mas é conhecida tambem como tendo relevancia a natureza, por isso desenvolvi sua veste,cabelos, e tudo mais vinculando a natureza, como se ela própria fosse composta dela.

Assim temos a pele como que adornada por folhas, e terra.
As botas como o subterraneo, de terra mais escura, e o adorno de aves negras em vista ao submundo, dominado pelo deus grego Hades.
Apos isso temos a proteção da bota como sendo arvores,e a proteção dos joelhos como pedras.
O calção dela seria como o mar, repleto de estrelas, e a saia em volta como o universo, repleto de estrelas, e adornado por constelações, que usei insignias a representar.
Para o cinturão coloquei a composição de cristais, dando energia e centralização.
O corpo seria como o vulcão repleto de fogo, e a aguia seria como uma fenix saindo dela,e os ombros como escamas de dragão, que se estendem até a o corpo.
Os braceletes seriam fortes como rocha, e os adornos nos punhos como cobre.
Frio, e ao mesmo tempo resistente, as luvas ficaram com o gelo mais intenso dos grandes icebergs.
Por fim no topo temos as madeichas como hervas diversas, a mascara representando o univero tambem, e a estrela na cabeça representando o sol, alem da tiara que seria o céu em meio a isso.

Atrás dela fiz uma nuvem de moitas, como que movidas pelo seu poder sobre a natureza.


Bem eu espero que tenham gostado, principalmente o Brazzzil quem me pediu a montagem, FELIZ ANIVERSÁRIO amigão, e tu não sabe como corri para terminar a tempo, mas to correndo demais esses dias com outras coisas tambem por isso consegui terminar apenas agora.

Abraço a todos!!!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Comissão para Neilrok - Mulher Bomba

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Essa montagem tem uma história especial, é uma montagem que eu fiz a cerca de um mês, e esperava o retorno da pessoa que me encomendou essa imagem, o que por fim aconteceu.
O rapaz fez o pedido de uma mulher enalando gases esverdiados, e torturando comemoradores carnavalescos.
Com a descrição da mulher estar vestida com uma roupa amarela colada ao corpo.

Porem a pessoa, que se identifica virtualmente no site que entrou em contato, como sendo Neilrok, deu me liberdade para usar apenas a ideia como base, maia podendo me estender alem da mesma.
Por fim pensei em algumas ideias que sugiram a mente, e as coloquei em pratica, como a colocação de parte da letra da banda The Doors "come on baby light my fire", e fiz na personagem um uniforme com caracteristicas medievais, e me baseando um pouco no jogo de video game Bomber man no formato do uniforme, e colocando uma bomba na mão da moça, o motivo pelo qual usei a frase da banda descrita acima.
Utilizei tambem efeito de magias na personagem, para definir a aparição do gás.

A modelo foi uma das que o Neilrok me deu opção para trabalhar, o cenário foi elaborado seguindo as ideias que ele me propos, e por fim lhes brindo no blog com mais esse trabalho.

Um grande abraço a meus amigos, companheiros de trabalho OCP e Brazzzil, e minha familia que agora está distante, mas permanece em meu coração, meus queridos pais.

Ideia Original: Neilrok
Montagem: Besenidru Designs
Musica que embalou meu trabalho e ajudou inspiração: Diva - Origa

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

The Legend of Dragoon - Meru

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Ola a todos os passantes!
Trago hoje a vosses mais uma atualização, uma montagem que fiz em homenagem a um jogo de video game da plataforma PSX, ou playstation também podendo ser dito.
O nome do jogo é The Legend Of Dragoon, desenvolvido pela empresa Sony.
Segue abaixo a ficha técnica do jogo, acima a imagem de um dos personagens, utilizando uma armadura mágica obtida atraves de uma esfera com poderes draconicos.Descrição do jogo:


"
é um jogo de videogame do gênero RPG para Playstation 1, composto por 4 CDs que foi lançado em 1999 tendo sido um grande sucesso na época, principalmente pelo seu sistema de batalha inovador.

A história gira em torno de Dart, um jovem guerreiro que quando criança, teve seus pais mortos por uma criatura a quem ele chama de Black Monster, que também destruiu sua vila natal, ele foi criado na vila de Seles, onde treinou para se tornar um guerreiro e ao completar 18 anos saiu para caçar o monstro e vingar seus pais, três anos depois, ele fica sabendo da guerra entre os reinos de Basil e Sandora e preocupado, volta para Seles, ele encontra a cidade em Ruínas e grande parte da população foi massacrada, os sobreviventes contam que os Soldados levaram Shana, amiga de infância de Dart, o herói então parte para Helena Prision para resgatá-la e lá conhece Sir Lavitz, um cavaleiro de Basil que veio resgatar dois de seus soldados, os dois unem forças e conseguem salvar Shana, a partir daí os três começam um jornada, onde irão descobrir os poderes das Dragoon Spirits e que por trás desta guerra está algo bem maior e que pode significar a destruição do mundo.
Junto a eles futuramente a trupe ainda se completa com a personagem de Rose, uma misteriosa mulher que inicia Dart nos poderes Dragoon.
Alem dela se juntam também a jornada o mestre em artes marciais Haschel, a intrepida dançarina, atrapalhada, e geniosa Meru, e por ultimo o ultimo remanescente da raça dos gigantos, o rustico e desengonçado Kongol.

Sem contar as substituições de personagens no decorrer da história, onde Lavitz é substituido pelo Rei Albert, e Shana é substituida pela corajosa Miranda."

Fonte: Wikipedia
Montagem: Besenidru Designs


Um grande abraço a todos!!

domingo, 17 de agosto de 2008

Pensamentos - Polemica...

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Abominável hipocrisia

Deplorável crime

Atente a criança esparramada na rua
Ponha um instante atenção ao mendigo no chão

A eles ninguém dispensa medalha ou outro premio
Pessoa alguma coroa-lhes amor ou salvação

Dedicam os louros apenas aos exímios de ontem
Ou aos impecáveis e belos modelos, poetas e comediantes de hoje.

Olhos tolos que peneiram o apreciável pelo belo, e vigoroso.
Ao que o em demasia é feio e descartável

Somos soldados crianças programadas para o amanha
Com a missão de ignorar e aniquilar a fraqueza ou a dor

Sufocados por essa sociedade medíocre e injusta
Construída através do alicerce que sangramos pra erguer

Pouco amanha haverá espaço para humildes dois
Se atualize agora, para o lixo não ir depois.

Por fim haverá de chegar à versão 2000XX no mercado
E ninguém mais palmas lhe presentear-a

Ai terás bem reservado, cama confortável
Bem ao lado do amigo da rua, a quem cuspiu um dia
A QUEM DISPARA

Ei não atira nele não
É meu amigo meu irmão
E eu sentirei saudade
Tu que ninguem cria
Hoje vem a mim tirar a vida
Só quer sacanear
Algum dia
Alguem lhe concebeu a vida
Por ti meses ficou a aguardar
Tu sujeito que não tem piedade
Contigo não quero amizade
Pelo policia tu há de tombar
Será então feita justiça
Amanha tu sai da lista
E por ti alguem a chorar

domingo, 3 de agosto de 2008

Pensamentos - Intolerância

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Face Perdida

Eu nunca soube
o que procurar
Nunca soube
onde encontrar
Corri desesperado
eu chorei
Fiz de tudo para
escapar

Minha infelicidade
sem fim
Por que de minha
mente assim

Não era eu quem
dizia ou sentia
Tudo se distanciar
lá fora

Varrendo o ve
nto levou tudo
Carregou tud
o inclusive a mim

Aonde irei agor
a, o que serei agora.
Nem mais s
ei quem sou

Tudo parece r
odar e rodar
Pois não ha m
ais alma aqui

Resta-se ap
enas cinzas
De um temp
o que existiu

Lednew-f
orgive me



Rap - Brincadeira de criança

As pessoas vivem uma brincadeira de criança
Onde toda magoa vira uma vingança
Seus sentimentos se distorcem a ferro e fogo
Se ninguém lhes parar elas podem até matar
Brincadeira de criança e seus pirulitos de bate-bate
Bate na bomba até encher o balão
Ou ir parar na hora do plantão
Criança levada que apanha na bunda
Que se acostumou e virou vagabunda
Os mais ricos deixam seus brinquedos jogados na rua
Recolhendo o dinheiro sujo na calçada que coisa absurda
Todos pensam que cresceram que são gente grande
Mais na hora H provam ser crianças mimadas nesse bonde
Então envelhecem mais continua tudo igual
Não aprendendo a respeitar outras pessoas como tal
Justificando a morte pela vida ou a vida pela morte
Brincadeira de criança dessa ai não brinco mais
Quero sair da roda e não voltar jamais
Eu to de mal!!

domingo, 20 de julho de 2008

Homenagem mais que especial

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Nessa postagem faço uma homenagem especial, da forma que mais tenho apreço a duas pessoas que muito caras me são, sem elas, fico sem folego, sem forças, são meus preciosos alicerces, o criadores do projeto Wendel/Besenidru, sem eles eu seria uma poeira cosmica sem expressão vagando pelo infinito cosmo sem ter um definição.
Se exagerei não sei, mas de qualquer forma eles merecem, e mais uma coisa eles não estão a venda hehehehee.


Minha queridissima mamãe( e ela vale bem mais que esse comentário) em uma montagem no Paraiso, com o cenario do jardim de maitreya aqui da região, e um lugar muito especial para ela ao fundo.



Essa expressiva figura que serviu de rosto para uma montagem em sua homenagem é meu pai, outro de meus amores nessa vida, expressado tambem no cenario do jardim de maitreya ao fundo, com partes de pedra e cachoeira representando o cenário onde ele adora desenvolver seu trabalho de guia de ecoturismo.

Essa foi uma homenagem ao aniversário deles agora em junho(meu pai), e de minha mãe mais recentemente em julho.
Meus pais queridos amo vos muito, feliz aniversario!!!!!


Aos demais bom proveito no apreço das imagens, e um abraço especial aos meus companheiros de cruzadas na empreitadas de fazer uma montagem fenomenal Brazzzil e OCP.

Muita paz a todos, interessados em meus trabalhos entrar em contato.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Pensamentos - Omega

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Estigma Global

Sonhos criam projetos
Vislumbres alteram a aparência global
Olhos que se abrem e fecham diferentes todos os dias
Tempo que cria e destrói gente
Macabras ilusões aterrorizam e inebriam a mente

Imenso organismo ao extremo danificado
A expurgar expressivas e intensas respostas
Fatigado transpirando diariamente impurezas
Suas veias e tecidos com rapidez a enfraquecer
Ancião gigante de pequenas travessos a lhe atormentar
Cansado está a se tornar com tendência a apagar

Cegueira completa encaminha todos ao fel
Permanecendo todos brindando desperdício sem fim
Camada podre da carne apossando dos sentidos da alma
A ultima e derradeira agulhada apenas a sentir
Quando tudo vier a se extinguir


Negra esfera de cristal plasmático

Bola envolvente que me espelha alma
Traga-me fora da escuridão por mim galgada
Meu olhar da nevoa da cegueira afaste
Contemplar-me novamente permitindo
A meus braços traga a plenitude de infância
Obtendo a voz que sem rubor ou receio pia
Vibrando sua impregnação a ultima fresta alem
A Indicar o bater novamente do coração em prantos
Encante com asas de pássaros para minha liberdade
A voar para algum lugar longe daqui
Conceda meu pedido, todavia minha visão escapar.
Podendo assim a tudo minhas pupilas fotografar
Tudo que me pertenceu algum dia
Alem das cortinas do tempo, a seda do amor e amizade.
De um falido anjo, cessando seu pressagio em paz.
O ultimo estilingue de meu denso suspiro
Galgando redonda plasmática imensidão negra.

Pensamentos

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Cronologia perdida

Perfura minha mente ardor intenso
Amarga poeira de tempos mórbidos

Suave cronologia de aroma inebriante
Frio recipiente de saudades inalcançáveis

A tornar-me insensível andrógeno
De incontáveis manias a me dizimar

Rítmicas batidas inexplicáveis
Incontrolável circulo sem fim

Raspas de maturidade a restar
Historicamente criptografando o pressagio

Composto de células e elétrons
Insana peça alem do tempo

Besenidru




Despertar

Morro de meus desalinhos
Fio pardo de ilusões

Desço frio osso e carne ao deserto
Falso alivio alma gélida a despertar

Resgata fluxo de vida etérico
Carinho liso cortando áspera pele

Brota semente de um lindo semblante
Mostra a terra brilho constante

Faz-se a hora tímido porque
Ecoa-se sonora força no espaço

Nasce dor e pranto dentro da casca
Fênix dourada expande rasgando céu

Escuridão,luz,alinho irrompem gritantes
Corta-se a corrente do mundo morto

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Soul Eraser capitulo 1 - parte 2

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Vivo...


O vento permanece soprando friamente, porem o cenário reflete a sensação de intenso calor, repleto de movimentação.
O único ser realmente vivo naquela cena sente seu coração palpitar, como que desejando fugir, porem seu corpo se enrijece preparado para lutar e as conseqüências que isso acarretara. Não há espaço para fuga e ele nem mesmo isso deseja, correndo em direção as criaturas sem hesitar.

Seus ataques não se limitam a espadadas, o trecho de raiva que preenche o estado total de espírito em que ele se encontra o faz atacar ferozmente com socos e pontapés precisos, e enérgicos.
A ousadia em batalha do jovem é tremenda, ao mesmo tempo em que parece ter o controle da situação seu corpo está entregue, não preocupando se muito com sua defesa.

Em sua ainda porem pouco afetada lucidez sabia que aquele momento, aquele poder misterioso que brotava nele, era limitado, como as chamas que devorando seu alimento se esvaem, por isso procurava manter isso o máximo que pudesse, sem recear o término disso, procurando se deixar entregue aquele estado, e agindo sem titubear.

Atacando as criaturas mais frágeis as mesmas são derrubadas, apesar de alguns pedaços insistirem em ainda mover se.

Outras criaturas com maiores habilidades porem dificultavam o trabalho, haviam alguns mais rápidos, outros mais fortes, e alguns armados, sem contar alguns com habilidades sobrenaturais.
Utilizando um dos pedaços de uma das criaturas maiores jogado por ali, usou o mesmo como clava atacando ao mesmo tempo em que usava a espada em sua outra mão.

Com essa clava improvisada pode também defender alguns ataques, até o pútrido pedaço por fim desfazer-se; A esse ponto restavam poucas criaturas, as mais resistentes, que por custo pode evitar mais durante a batalha, para poder concentrar-se sem interferências.

A garota do rio era uma das que mesmo com vários ataques sofridos ainda resistia, partindo com seu corpo flutuante para cima do homem lobo, lhe desferindo um ataque de gosma ácida, que pode ser evitado a custa de um ataque de espada que sofre na perna, porem sem maior profundidade, todavia a lamina maldita parecia ter alguma substancia que ao contato com a pele do jovem ardia muito.

Os olhos do garoto brilham com mais intensidade devido à sensação de dor que enaltece seus sentidos, o permitindo ter reflexos para atacar as duas criaturas simultaneamente, despedaçando o espadachim encoberto no manto ao meio eliminando sua forma fantasmagórica, que se torna cinzas. Porem a garota ainda estava de pé e haviam mais alguns outros.

A luz avermelhada da lua refletida em seus olhos não deixa ainda apagar o rastro das criaturas, que a sua frente espreitam por sangue.

O homem lobo ainda resistindo emite um ultimo sorriso e sai em investida para cima das criaturas restantes.

Sopra o vento mais uma vez, depois de sua quietude por tantos instantes indefinidos, e por fim a luta está perto de se definir, restando apenas três criaturas, entre os quais a garota flutuante, que ainda mais horrenda sem metade do corpo praticamente, ainda continua seguindo arremessando uma onda sombria que atinge o jovem garoto, fazendo o ficar um pouco atordoado, porem ainda consegue lhe decepar a cabeça e acertar golpes no corpo que cai no chão, ao mesmo tempo acerta um esqueleto próximo a ele, que se quebra, devido a seu estado estar fragilizado pelos ataques recebidos, e por fim resta um ultimo oponente, um ser fantasmagórico, que não podendo ser tocado, nem tocar, atravessa o homem lobo como que a tentar possuí-lo, porem o jovem consegue se livrar daquela entidade fazendo a mesma se desfazer.
É o fim da batalha, o estranho instinto que lhe cobria começa a cessar, seu corpo repleto de suor, e bastante ofegante se deixa cair de joelhos, próximo à garota do rio, que subitamente levanta, e tenta ataca-lo, porem ele se levanta, e destrói o corpo da mesma, e com o nervosismo do susto acerta o corpo ferozmente sem cessar, até por fim sua razão voltar e dar se conta dos restos sem ação abaixo de seus punhos. Sarcasticamente ele pega a cabeça sem vida da garota e ri, socando a mesma com bastante força.Porem algo lhe faz parar.

Havia marcas no pescoço da jovem que ele não havia feito, eram antigos e que possivelmente teriam sido a causa da morte da jovem. Ele imóvel, fica sem saber o que dizer, e por fim sente vontade de gritar, mas não o faz.
Após descansar, ele sabiamente despeja uma pequena garrafa, com símbolos de aparência religiosa como cruzes, e anjos, repleta de água benzida, para desfazer os corpos, impedindo que alguma força os impele a despertar, e ao que ele acreditava libertando as essências originais que já habitaram aqueles corpos, e que por mortes não honradas como estupros, suicídios, entre outras, acabou por prendê-los em seus corpos sem vida.

O presságio da lua parece ter se desfeito, nada mais de impuro parecia lhe espreitar o sangue, todas as criaturas pareciam ter sido destruídas. O jovem então volta até o rio e olhando-o friamente outra vez, retira suas vestes, e mergulha, subindo rapidamente em seguida, e utilizando um dos panos que guardava consigo para se secar, e os ferimentos, que apesar de sérios não apresentavam nenhum profundidade maior, sem haver nenhuma hemorragia.

Enquanto utiliza seus kit de primeiros socorros para cuidar das feridas fica pensando sobre o que estava a fazer com sua vida. Não tinha pensando na conseqüência que isso poderia lhe acarretar o prendendo a vida que tentou cessar.
Após acender uma fogueira, e armar próximo aquele lugar um pequeno acampamento o qual preenche a volta com armadilhas por segurança, ele acaba por adormecer, pensando sobre os atos que cometera, e na trágica garota, que não teve uma outra chance.
Durante a curta madrugada em que dorme tem pesadelos de estar sendo perseguido por um homem deformado, em um manto que parecia formado de sombras, a persegui-lo incessantemente e dando a impressão de quem algo deseja dizer.
Um brilho sobre si o faz perceber que já estava amanhecendo fazendo o assim recolher seus pertences e partir rumo à saída daquele cenário.

Ao chegar na saída do lugar vê caida em meio a um monte de lama, e galhos secos, uma placa que continha os dizeres ‘Floresta dos observadores’, e ao observar haver mais dizeres encobertos por lama, ele remove a mesma, observando os dizeres, que pareciam ter sido escritos com unhas, havendo manchas de sangue ‘floresta maldita,afaste-se!’.Ele solta uma sonora gargalhada, que assusta alguns pássaros por ali e diz sarcasticamente “Mais UM dia de 'sobrevivência' no INFERNO!” e continua seu caminho, sentindo a brisa do vento ,e o brilho do sol sobre sua face.


Bem aqui estamos com mais uma parte da minha história definida, espero que tenham gostado, não penso em postar uma continuação, por que isso a de pedir outras mais, e ainda quero publicar isso como livro um dia hahahaahah.Mais quem quiser que diga!
Criticas e elogios bem vindos abraço a todos.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Dedicações

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Bom na postagem de hje mostro algumas dedicações que fiz para alguns amigos meus, e outras comissões que me requisitaram. Vou estar afastado por alguns dias, em função de manutenção no meu sistema de internet( já é ruim agora vai entrar de férias...), por isso estou fazendo esse ultimo post para deixar como capa de postagens do blog até meu retorno e por fim agradar os poucos, porem muito caros a mim, que visitam que estão interessados na história do Soul Eraser.
Um abraço a todos! Brazzzil e OCP, grandes companheiros de trilha continuem na arte!


Essa montagem eu fiz a pedido de minha grande amiga Renata visitem o espaço dela em: http://www.renataeseuspensamentos.blogspot.com

Montagem feita a pedido do meu grande amigo Paulo para presentear a amada o espaço dele é encontrado em: http://www.fotolog.com/paulo_ziegfried

Essa imagem acima é em dedicação a minha irmázinha querida ao menos pela amizade que temos a muito tempo, a Patrícia visitem o espaço dela em: http://www.fotolog.com/pattydilorenzo


O mago acima foi uma requisição de trabalho de um rapaz chamado Edilson que viu meus trabalhos e requisitou essa imagem, em função do trabalho com Tarot que realiza aqui em Alto Paraiso.Para entrar em contato com esse meu amigo o e-mail é edwonder21@hotmail.com.

Requisição de uma pessoa no orkut, que atualmente não sei o nome, foi apenas alguem que viu meus trabalhos no orkut, se interessou e pediu o trabalho acima.

Bem por enquanto é isso, estou ainda reeditando algumas imagens, vou ficar sem a zic...quer dizer internet alguns dias( se não fosse a unica o que diria eu...) infelizmente também, mas deixem me recados, ou enviem e-mails responderei a todos quando puder.Em breve mais Bladewolf e montagens para, e de amigos.

Ah sim!OCP quanto a história do Soul Eraser, se clicar no link SOUL ERASER na barra titulo vera tudo, inclusive tem um descrição do bladewolf completa la.

Esqueci alguma coisa...??? Bem...se devo algo a alguem, um dia eu pago, se eu realmente lembrar heheehehe

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Amostra - Prologo e trecho da primeira parte da História

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PRÓLOGO

Destino...
Criação...

Ao tempo antes do contar dos tempos surge uma luz no contexto negro.
Intenso brilho adornado de características que transformariam o vazio em algo complexo, por uma alta vibração a resultar em reações químicas do composto cósmico.
As expressões causadas continuaram se desenvolvendo, tornando se particularidades de intensa vibração, exaltando o aquecimento.
Formou-se por fim um cenário, onde elementos diversos, mais leves e mais densos, respondiam harmoniosamente a estímulos de um contexto dominante.
Ao processo de queda da vibração, elementos começam a entrar em um outro processo de transformação definitiva. Forma-se a estrutura terrestre,com diversas elevações diferentes.
O esfriamento causado pelo processo libera uma nuvem de componentes gasosos, que acabam por gerar a atmosfera, e por fim desencadear as primeiras chuvas.
Com o encontro das chuvas com a superfície foi se definindo mais do cenário, com características novas geradas como resultado ao longo do tempo.
Pela evolução deste cenário surgiram formas derivadas da composição dos componentes, surgindo organismos vegetais.
Um elemento até o momento neutro se apresenta na animação de organismos, classificados como animais, que a respeito dos elementos existentes, surgiram e se espalharam por ambientes de terra, sobre o ar e abaixo da superfície, envoltos na água.
Dos grupos surgidos, um toma destaque em suas evoluções que o permitiram ter capacidade influenciadora sobre tudo. Explorando o ambiente.
Suas descobertas lhes deram poder, outras vezes os levou a ruína, e causaram impactos que ocasionaram em uma mudança no cenário drástica, durante gerações.
Alem de tudo pulsava ainda um principio atuante em todo processo, envolvendo cada detalhe...

“O principio verbo se fez, e a história escrita passou a ser”



Mergulho profundo inescapável...

Memórias...
Em uma fria noite de lua cheia, encoberta por nuvens espessas, o vento bate tristemente sobre a face de um jovem, da raça dos homens lobos.
Ele olha fixamente as pardas águas do lago a sua frente, enquanto pensa em seu imenso ódio por esse mundo, envolto em suas lembranças turbulentas.
Seu uivo solitário corta a noite, onde sente um intenso frio em sua alma, que o faz arremessar-se no lago.
Enquanto afunda pensa sarcasticamente em quão desagradável é morrer daquela forma, porem para ele parece ser menos doloroso que continuar vivo.
Sente a dor de seus pulmões tentando respirar, e seu coração cada vez mais apertado. Sua cabeça parece carregar todo peso do mundo, como se estivesse sendo alfinetada por ele, alem do frio das águas a lhe arranhar a pele.
Aos poucos suas forças começam a desaparecer, seus olhos ameaçam fechar,quando avista algo no fundo do lago,que aparentemente está subindo em sua direção, onde ele assustado busca forças para subir rapidamente até a superfície.
Quase sem forças ele sai do lago, apavorado com o que poderia ser aquilo, quando percebe o reflexo da lua no lago aumentando seu pavor.
O céu agora está aberto, revelando uma imensa lua cheia de tom avermelhado, que parece banhada por sangue, em seu intenso brilho.
O vento forte o faz tremer de frio, enquanto produz sussurros sinistros que o fazem ficar ainda mais preocupado.
-Mi-mi-minha nossa... essa lua logo hoje!!!Droga!...péssimo dia para querer morrer. Como pude ser tão distraído!-Diz o jovem enquanto recupera o fôlego.
Em meio a isso um corpo desfigurado está subindo em direção a superfície. Suas mãos começam a se mover,e o rosto pútrido se contrai,como em um despertar.
Nesse instante os olhos se abrem, e um grito abafado é emitido, enquanto continua a subir rapidamente as águas.
O jovem após recuperar suas forças prepara-se para ir embora, no momento em que ouve um barulho vindo do lago, de algo emergindo.
Seus olhos se arregalam, e seu coração palpita sem parar, enquanto um calafrio toma conta de seu corpo, que custa a virar para ver o que lhe espreita.
Ao se virar, porem, seus olhos não acreditam no que vêem.
Ele se encontra em frente a uma bela jovem, de cabelos castanhos, olhos negros, e pele acinzentada, que flutua sobre as águas vindo em sua direção.
O jovem encantado começa a caminhar vagarosamente em direção as águas, onde quando um de seus pés toca a água, acaba por desperta-lo da ilusão em que se encontrava.
Com o susto ele acaba caindo de costas no chão, e se espanta ao ver a real imagem da garota a sua frente.
A garota a sua frente agora é apenas um corpo pútrido, aparentemente sem vida, mas que continuava a se mover, e lhe olha fixamente.
O homem lobo assustado levanta-se rapidamente, e corre em direção a uma clareira, tentando escapar da presença da criatura.
Seu coração bate disparado, e ele mal conseguia acreditar que corria de uma defunta, que alem de flutuar sobre as águas ainda estava a lhe olhar sinistramente.
Sua atenção entretanto é cortada , fazendo o parar bruscamente, quando percebe outro grupo de criaturas que caminham em sua direção,que alem de tudo para seu espanto, também eram cadáveres de varias raças diferentes.
Alguns seres em decomposição,alguns esqueletos, e outros simplesmente pedaços se arrastando, que o cercavam cada vez mais, sem contar à garota que ainda o seguia.
Sentia como se seu corpo fosse explodir de tanto pavor,alem de sentir seu estomago revirar pelo fedor dos corpos que se aproximavam cada vez mais,que acabaram por fazê-lo vomitar.
Havia em seu peito vontade de se entregar, porem tinha receio de tornar se uma criatura como aquelas, e usando de todas as suas forças consegue empunhar sua espada e parte para o ataque.
Suas investidas rápidas acabam por acertar facilmente as débeis criaturas, que entretanto parecem não sentir muito as pancadas, que apenas deformam ainda mais seus corpos pútridos.
As criaturas acabam por agarrá-lo, causando lhe muitas injurias, entre mordidas e arranhões em ávido desejo de sangue, e ele apesar de tentar livrar-se delas começa a cansar se, sentindo um imenso sentimento de angustia percorrer-lhe o peito, quase fazendo o se entregar. Entretanto seu corpo começa a ser invadido por uma estranha sensação, que muda a expressão de seus olhos completamente.
Um calor súbito envolve seu corpo, que mal sente mais as feridas, em uma espécie de transe que mistura euforia e fúria.
Ele olha as criaturas a sua volta com um olhar de um brilho demoníaco, com intenso desejo de destruí-las, enquanto sente se queimar por esse instinto que toma conta de si, e que o faz lutar ferozmente, conseguindo afastar as criaturas, que ainda continuam a atacá-lo sem parar.

Bem pessoal esta postada ai uma amostra da história, contando o prólogo, e tambem trechos do inicio da história, ainda tem muita coisa por vir, tambem posso alterar ainda alguns detalhes, ao meu ver esta perfeito assim, mas estou aberto a criticas e a elogios.