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Cidade do meu coração

sábado, 8 de maio de 2010

O solitário guerreiro/andarilho desconfiado

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Cavaleiro de fardas negras qual pela noite vaga
Errante solitário caminhando perdido na ilusão

A seu lado apenas sua leal e silenciosa sombra
Triste escuridão qual paira fúnebre sob si

Cinzento se faz teu viver, tempo que nada resta.
O Fragmentar de tudo em sentimento único de adeus

Caminhos distintos quais sopram a destino algum
Da salvadora luz ao findar do túnel distanciam

Jornada de Sofrido guerreiro, todavia não cessa
A densos passos arrasta-se a voz de sua perseguição

Deleite de sua angustia, viver frio sem ninguém
Envergar vigoroso de sua força furiosa e fatal

De sua existência imunda o falhar é abismo
Sentença impiedosa á tua dolorosa sina vil

A frágeis emoções essência tua não enverga
Indigno combatente, filho de nulo exercito

Condena-te no embriagar de tua história chula
Ou
Teu conto com animo a vitória converte

Filho da poeira, corra da lama, no fogo te entorna
Suba, suma, obtenha teu troféu e livra te da rua





Atualização rápida, e fria, de um sujeito que nesses dias pode ser declarado como preguiçoso( diz que não tem tempo, mas na verdade não tem vontade).
É apenas uma atualização corriqueira, montada com elementos de meus arquivos, os quais já tinha obtido há algum tempo(no caso das fotos), e juntei com um texto que a pouco desenvolvi.

Bem, hora dessas eu posso dizer que irei atualizar o espaço com algo mais composto, porem, no momento, deixo uma pequena lembrança, para mostrar que ainda tenho desenvolvido algo para este espaço.

Um abraço forte a quem me visita, em especial a meus amigo honrados, que compartilham o mesmo "fardo" deste espaço blog, que são o Brazzzil, e o OCP.

Até breve!